Igma
Como trabalhamos

Entramos, construímos, integramos e acompanhamos até o resultado aparecer.

O que sabemos

Três disciplinas que trabalham juntas.

  1. Jornadas desenhadas pelo olhar de quem usa. Onboarding, atendimento, financeiro, contratos. A Brasilprev reinventou previdência a partir da vida do cliente — contratação em 5 minutos, sem agência, sem papel. A Comgás transformou 15 pontos de contato e 90 dias de espera em jornada 100% digital. A MRV fez 98% dos contratos serem digitais. Quando a experiência é boa o suficiente, o cliente escolhe o digital — e o custo cai como consequência.

Como fazemos

Discovery, Delivery e Growth.

  1. 01

    Discovery

    Diagnóstico do problema, mapeamento de integrações, definição de resultado esperado. Não é discovery infinito — é alinhamento com compromisso. Na Tenda, foram mais de 200h de trabalho, 8 jornadas avaliadas, 16 pessoas envolvidas — para entregar diagnóstico profundo com oportunidades priorizadas e visão do futuro.

  2. 02

    Delivery

    Construção AI-first com releases quinzenais. Sprints de 15 dias, CI/CD, testes, deploy contínuo. Visibilidade total. Na Tenda, o MVP foi lançado em 8 semanas. No HSL, a operação nunca parou enquanto o novo sistema entrava em produção.

  3. 03

    Growth

    Acompanhamento pós-deploy. Métricas de impacto desde o dia 1. Iteração baseada em dados. A Igma não some depois do lançamento — fica até o resultado aparecer. Na MRV, o acompanhamento contínuo levou à recuperação de R$14M em inadimplência.

  • Releases quinzenais
  • Resposta < 24h
  • Código é seu
Como atuamos

Duas vias. Um padrão de entrega.

  • Sobre plataformas parceiras

    Você já escolheu Blip, Adobe, Salesforce ou outra. A Igma implementa, integra e garante resultado. Sem recomeçar do zero — sobre o que você já decidiu.

    • Blip
    • Adobe
    • Salesforce
    • Framer
  • Do zero

    Quando a melhor solução é construir. A Igma desenha a arquitetura, desenvolve e entrega — com integração real aos sistemas que a empresa já tem.

    • Next.js
    • React
    • AWS
    • SAP
    • CRM
Perguntas frequentes

O que as pessoas perguntam antes de começar.

  • A maioria dos produtos falha porque foi construída para quem opera, não para quem usa. A pergunta certa não é “o que o sistema precisa fazer?” — é “qual problema o cliente final está tentando resolver, e por que o canal atual está falhando?” O diagnóstico começa no comportamento real: onde as pessoas abandonam a jornada, o que aciona uma ligação para o call center, o que faz o cliente preferir ir pessoalmente. Cada um desses pontos é um sintoma. O produto digital precisa resolver o sintoma — e o problema que o gerou. Sem esse mapeamento, o produto vai ser lançado, ter baixa adesão e virar um case de “o cliente não adotou”. O problema não foi a tecnologia. Foi a ordem das perguntas.

  • Esse é o ponto onde a maioria dos projetos de experiência digital empaca. O novo precisa falar com SAP, ERP, CRM, mainframe — sistemas com décadas, sem API, sem documentação atualizada. A tentação é “vamos modernizar tudo antes.” Esse caminho leva 2 anos e não entrega nada. A abordagem que funciona: descoberta de integrações antes do design. Antes de definir o que será construído, é preciso saber exatamente o que existe, o que pode ser lido em tempo real, o que precisa de cache e o que nunca vai abrir uma API. O design nasce dentro dessas restrições — não contra elas. A regra prática: o que não puder ser integrado no MVP não entra no MVP. Escopo protegido por integrações viáveis, não por funcionalidades desejadas.

  • Depende menos da tecnologia e mais do que está resolvido antes de começar a construir. Um MVP funcional — com as integrações essenciais, fluxo principal validado e deploy em produção — sai entre 8 e 16 semanas. Esse número pressupõe três coisas: o problema está bem definido, as integrações com sistemas internos foram mapeadas, e o escopo do MVP está protegido de expansão durante o desenvolvimento. O que estica o prazo não é a construção em si. É a descoberta tardia: integração que não existia no briefing, aprovação de segurança que ninguém sabia que era necessária, mudança de escopo na semana 6. Cada um desses eventos reinicia parcialmente o ciclo. A forma de encurtar o prazo real é investir nas primeiras semanas. Um discovery bem feito — mapeamento de integrações, definição de missão do produto, alinhamento com as áreas de TI e segurança — custa 3 a 4 semanas e elimina os principais riscos de atraso. Projeto que pula essa etapa para “começar logo” quase sempre termina mais tarde do que teria terminado com ela. A régua prática: 8 semanas para MVP simples com integrações conhecidas. 16 semanas para produto completo com integrações complexas. Mais do que isso, o escopo não está definido — ou as integrações ainda vão surpreender.

  • Depende do que se chama de resultado. Métricas de adoção — downloads, acessos, cadastros — aparecem em semanas. Resultado de negócio — redução de ligações, aumento de conversão, eliminação de etapas manuais — costuma aparecer entre 60 e 180 dias pós-lançamento, com uma condição: as métricas precisam estar definidas antes de construir, não depois. O erro mais comum é lançar o produto e só então perguntar “como vamos medir o sucesso?” Nesse ponto, a baseline foi perdida e qualquer número vira anedota. O processo correto define, no início do projeto: qual indicador vai mudar, quanto, e em quanto tempo. Isso guia o design, o desenvolvimento e a régua de sucesso pós-lançamento. Sem isso, não há como saber se o produto funcionou — só se foi usado.

  • Quando o volume torna o atendimento humano inviável, quando a variabilidade dos casos é alta demais para um fluxo fixo, ou quando existe dado estruturado suficiente para treinar e validar um modelo. Fora dessas condições, IA adiciona complexidade sem adicionar resultado. Três aplicações que provam valor rápido: atendimento conversacional com contexto real do cliente (não FAQ em chatbot), validação automatizada de conteúdo gerado pelo usuário (fotos, documentos, formulários), e personalização de comunicação em escala por estágio ou comportamento. O critério de decisão é simples: existe um humano fazendo isso hoje, com volume alto e padrão repetível? Então tem modelo de IA viável. Se a tarefa é rara, complexa e depende de julgamento sênior, IA não resolve — e forçar a aplicação vai gerar retrabalho.

  • Definindo o que não vai mudar antes de começar. Todo projeto que entra em loop tem o mesmo problema: o escopo não foi protegido. Cada sprint traz uma nova demanda, o backlog cresce mais rápido do que é consumido, e o time acaba construindo tudo de novo três vezes. A proteção vem de três lugares: missão clara para o produto (o que ele precisa fazer para ser considerado bem-sucedido), integrações mapeadas antes do design (o que é viável determina o que entra), e critério de pronto definido por resultado, não por funcionalidade. Na prática: ciclos curtos de entrega — duas semanas — com deploy real e validação com usuário real. O que não passar para produção em duas semanas não estava pronto para entrar no sprint. Isso força priorização, elimina o “quase pronto” e mantém o produto evoluindo sobre base estável.

Conversa

Tem um problema para resolver?

A Igma entra, diagnostica, constrói e acompanha até o resultado aparecer.

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